Tentava preencher a falta que ele a fazia sentir com qualquer coisa que aparecia pela sua frente. Tentou preencher com livros e músicas, mas tudo isso a fazia lembrar de certo modo ele. Nos livros encontrava vários “ele’s” perdidos em meio alguns parágrafos e em todos encaixava a pessoa que tanto perturbava sua mente. Nas músicas chorava, chorava tanto que era algo deprimente de se assistir, então chorava em silêncio, sem ninguém a sua frente. Tentou preencher com álcool e acabou esquecendo. Esqueceu por uma, duas, três, quatro horas, nas outras vinte voltou a pensar nele. Ele era tão insistente que insistia em permanecer em sua mente. Desistiu. Por mais que tentasse nada a faria preencher o espaço que estava destinado somente a ele.